Nos dias de hoje principalmente por motivos profissionais os pais estão cada vez mais distantes do crescimento de seus filhos, deixando esse papel fundamental no desenvolvimento das crianças para as já sobrecarregadas mães, que na maioria das vezes trabalham e se tornam sobrecarregadas pelas obrigações Familiares/profissionais. Estudos científicos mostram que o papel do pai começa desde cedo. A sua participação e envolvimento devem ter início o mais cedo possível. Sabe-se, inclusive, que ao participarem no parto, os pais se sentem extremamente úteis. Mais nem sempre o pensamento foi esse.
O modelo de pai antes se refletia no controle e na autoridade da família, reservava para a mãe as tarefas domésticas, incumbindo a de tratar única e exclusivamente da educação dos filhos. O modelo de família tradicional estava organizado segundo uma hierarquia em que a figura paternal se baseava essencialmente no poder económico, isentando-se por completo de possíveis manifestações afectivas para com os seus filhos.
Devido às mudanças sociais que se fizeram sentir a partir da emancipação feminina, estabeleceram-se novas relações entre homens e mulheres, levando ao aparecimento de novos padrões familiares.
Apesar do papel materno prevalecer sobre o papel do pai, sabe-se que a importância da figura paternal é notória no desenvolvimento cognitivo, emocional e social de uma criança. Por outro lado, a relação estabelecida com os filhos ajuda ao desenvolvimento pessoal do homem enquanto pai.
Vários os especialistas defendem que a quebra do vínculo afetivo com o pai pode gerar sentimento de abandono e rejeição por parte da criança que poderão repercutir nas relações desenvolvidas por ela no futuro, comprometendo a formação de novos vínculos.
Guy Coreant, psicólogo, afirma que “o pai é o primeiro ‘outro’ que a criança encontra fora do ventre da mãe”, sendo esta presença que lhe vai servir como suporte e apoio, possibilitando o seu desprendimento da mãe e a passagem do mundo da família para o mundo da sociedade. Também Raissa Cavalcante defende que a figura paterna é a que permite à criança entrar num horizonte de novas possibilidades.
Disto tudo, e não questionando de forma alguma o papel da figura da mãe no desenvolvimento psico-social da criança, podemos concluir que não é por isso que a figura paterna se torna dispensável. Assim, e porque “ser pai não é duplicar a função de mãe mas sim dar uma nova dimensão à vida da criança”, a construção de relações afectivas duradouras (e saudáveis), seja com o pai seja com a mãe, só traz vantagens para o desenvolvimento de uma criança: ao terem um papel mais activo no acompanhamento dos seus filhos, vão contribuir para a formação de expectativas relativamente a relações futuras que as crianças possam vir a desenvolver.
O modelo de pai antes se refletia no controle e na autoridade da família, reservava para a mãe as tarefas domésticas, incumbindo a de tratar única e exclusivamente da educação dos filhos. O modelo de família tradicional estava organizado segundo uma hierarquia em que a figura paternal se baseava essencialmente no poder económico, isentando-se por completo de possíveis manifestações afectivas para com os seus filhos.
Devido às mudanças sociais que se fizeram sentir a partir da emancipação feminina, estabeleceram-se novas relações entre homens e mulheres, levando ao aparecimento de novos padrões familiares.
Apesar do papel materno prevalecer sobre o papel do pai, sabe-se que a importância da figura paternal é notória no desenvolvimento cognitivo, emocional e social de uma criança. Por outro lado, a relação estabelecida com os filhos ajuda ao desenvolvimento pessoal do homem enquanto pai.
Vários os especialistas defendem que a quebra do vínculo afetivo com o pai pode gerar sentimento de abandono e rejeição por parte da criança que poderão repercutir nas relações desenvolvidas por ela no futuro, comprometendo a formação de novos vínculos.
Guy Coreant, psicólogo, afirma que “o pai é o primeiro ‘outro’ que a criança encontra fora do ventre da mãe”, sendo esta presença que lhe vai servir como suporte e apoio, possibilitando o seu desprendimento da mãe e a passagem do mundo da família para o mundo da sociedade. Também Raissa Cavalcante defende que a figura paterna é a que permite à criança entrar num horizonte de novas possibilidades.
Disto tudo, e não questionando de forma alguma o papel da figura da mãe no desenvolvimento psico-social da criança, podemos concluir que não é por isso que a figura paterna se torna dispensável. Assim, e porque “ser pai não é duplicar a função de mãe mas sim dar uma nova dimensão à vida da criança”, a construção de relações afectivas duradouras (e saudáveis), seja com o pai seja com a mãe, só traz vantagens para o desenvolvimento de uma criança: ao terem um papel mais activo no acompanhamento dos seus filhos, vão contribuir para a formação de expectativas relativamente a relações futuras que as crianças possam vir a desenvolver.
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